BLANC
DE NOIRS

A Touriga Franca é uma das variedades de origem duriense que se adaptou com enorme sucesso ao solo e clima da Herdade da Mingorra. Desde 2021 plantada nos terrenos xistosos da Vinha da Barragem, a juventude da vinha e a elegante expressão frutada da casta fizeram dela a escolha natural para o nosso primeiro branco de uvas tintas. No intuito de preservar a acidez e a elegância da fruta, as uvas foram colhidas manualmente no fresco da madrugada e suavemente prensadas. Fermentado a baixa temperatura, o vinho estagiou depois em depósito de inox, sobre as borras finas. Após descansar mais de seis meses em garrafa, revelou-se inteiramente à altura das nossas expectativas e da aposta que nele fizemos para integrar a linha M de Mingorra.

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BLANC
DE NOIRS

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A Touriga Franca é uma das variedades de origem duriense que se adaptou com enorme sucesso ao solo e clima da Herdade da Mingorra. Desde 2021 plantada nos terrenos xistosos da Vinha da Barragem, a juventude da vinha e a elegante expressão frutada da casta fizeram dela a escolha natural para o nosso primeiro branco de uvas tintas. No intuito de preservar a acidez e a elegância da fruta, as uvas foram colhidas manualmente no fresco da madrugada e suavemente prensadas. Fermentado a baixa temperatura, o vinho estagiou depois em depósito de inox, sobre as borras finas. Após descansar mais de seis meses em garrafa, revelou-se inteiramente à altura das nossas expectativas e da aposta que nele fizemos para integrar a linha M de Mingorra.

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CASTAS

Touriga Franca

PROVA

Revela uma bonita cor típica dos blanc de noirs e aroma perfumado, com sugestões de lichias e flores silvestres.
Na boca mostra-se cremoso e encorpado, com acidez muito equilibrada e a fruta exótica sempre presente no longo e fresco final. Um vinho vibrante e muito singular.

% ALCÓOL

12

VOLUME ML

750

ANO

2024

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O ANO 2024 NA HERDADE DA MINGORRA

O início do ciclo vegetativo de 2024 foi marcado por chuvas fortes, o que permitiu uma boa concentração de água no solo e, consequentemente, um bom desenvolvimento das plantas, com equilíbrio e vigor. Chuvas espaçadas na Primavera provocaram uma forte pressão de míldio, o que nos obrigou a intervir na vinha, com sucesso.

No Verão, as temperaturas elevadas associadas à ausência de chuva resultaram em maturações menos homogéneas, obrigando a um acompanhamento rigoroso de cada casta e parcela. A chuva que caiu no início do mês de setembro acabou por equilibrar e precipitar a vindima.

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